Portugueses procuram informar-se cada vez mais pela net
"Cerca de 776 mil portugueses acederam a partir de casa a sites de jornais, revistas e de informação online, no mês de Março, segundo um estudo da Marktest.
Ainda assim, o número de leitores online é 2,3% mais baixo do que o registado em Fevereiro. Porém, é 17,8% mais elevado do que o observado no período homólogo do ano anterior.
Em Março acederam a estes sites uma média de 158 mil utilizadores únicos por dia, o que representa um decréscimo mensal de 5,4% e um crescimento homólogo de 23,4%.
Foram visitadas mais de 43 milhões de páginas de sites noticiosos no mês, um valor 6,3% abaixo do registado em Fevereiro e 23,1% superior ao observado em Março do ano anterior.
O tempo total de navegação nestes sites superou as 628 milhões de horas, o que equivaleu a uma diminuição mensal de 3,7% bem como uma diminuição homóloga de 5,1%, de acordo com a Marktest.
O mesmo estudo indica que o domínio news.google.pt foi o que mais cresceu entre os sites noticiosos, acedidos a partir do lar."
Ainda assim, o número de leitores online é 2,3% mais baixo do que o registado em Fevereiro. Porém, é 17,8% mais elevado do que o observado no período homólogo do ano anterior.
Em Março acederam a estes sites uma média de 158 mil utilizadores únicos por dia, o que representa um decréscimo mensal de 5,4% e um crescimento homólogo de 23,4%.
Foram visitadas mais de 43 milhões de páginas de sites noticiosos no mês, um valor 6,3% abaixo do registado em Fevereiro e 23,1% superior ao observado em Março do ano anterior.
O tempo total de navegação nestes sites superou as 628 milhões de horas, o que equivaleu a uma diminuição mensal de 3,7% bem como uma diminuição homóloga de 5,1%, de acordo com a Marktest.
O mesmo estudo indica que o domínio news.google.pt foi o que mais cresceu entre os sites noticiosos, acedidos a partir do lar."
Como podemos ver, a informação on-line ganha cada vez mais adeptos em Portugal, no entanto os sites informativos mais visitados continuam a ser os sites de jornais desportivos. É caso para pensar...
Artigo completo em http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=674047&div_id=1728

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